sábado, 2 de março de 2013

Qual é o código do seu movimento?

QUAL É O CÓDIGO DO SEU MOVIMENTO? 

Partindo deste questionamento, Priscila Patta iniciou no ano passado uma pesquisa em torno de corpos com formações mistas, ou fusionadas (duas ou mais técnicas como especialização) para tentar responder a esta pergunta tão ampla.

 Para realizar tal pesquisa, foi necessário dividi-la em ações nas quais micro temas serão abordados com maior aprofundamento,na tentativa de ampliar também o leque de respostas.  

 Algumas das ações escolhidas foram o espetáculo da companhia, o solo de Priscila Patta, uma exposição fotográfica, uma vídeo-dança, duas performances e a criação um programa inédito de estudos em dança. Todas elas já em andamento. O trabalho com a companhia, por exemplo, começou no Festival de Dança de Joinville, passou por Curitiba, e se estendeu por São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, com Patta entrevistando algumas personalidades da dança, pedindo-lhes que respondessem à pergunta em questão. Artistas como Lu Paludo (Porto Alegre), Ivo Alcântara (São Paulo), Joline Andrade (Salvador) e Regina Amaral (Belo Horizonte) responderam com movimento. Além disso, estudos sobre o DNA, a formação de uma personalidade segundo a visão da psicologia, conscienciologia e pessoal (dos bailarinos) também fez parte do processo teórico.
 O material coletado virou base para os estudos coreográficos. 

Como resultado da primeira parte deste processo, Priscila Patta e Vick Alves apresentaram o duo Afrikar, na Funarte (MG) em dezembro passado, pela mostra Benjamim de Oliveira.
      A previsão de estreia é para o segundo semestre deste ano.


   

Participe conosco respondendo à pergunta aqui mesmo no blog. 

 QUAL É O CÓDIGO DO SEU MOVIMENTO?

5 comentários:

Mariana Viana disse...

O código do meu movimento esta em construção, em período de afloração, mas posso dizer com toda a certeza que o que me impulsiona a querer cada vez mais conhece-lo é a forma no qual o corpo e a alma se fundem quando piso descalço em um palco e me descubro outra vez.
Posso então dizer que meu código é a arte? Não materializada ainda? Sim creio que sim. Posso afirmar para mim mesma e para outros que me perguntarem isso.
Busco na dança, teatro, musica e no dia a dia observar as formas, traduzir os códigos e a cada vez mais me surpreendo, pois percebo que há um fluxo maior algo que nos move unicamente não importa se o mesmo estilo esta a ser executado.
Com base nessas observações fico travada ao responder esta pergunta com uma só resposta, com um só código, já que tantos me encantam e acredito-me são bifurcações de um dom maior.
A Arte!

Mariana Viana

Regina Amaral disse...

Gostei dessa fusão corpoalma!

Regina Amaral disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Regina Amaral disse...

Meu código é meditativo-impulsivo, passional-pulsional, rastejante-saltitante, conflituoso-pacificado, bipolar-multidirecional, sobretudo isolado. Talvez um código secreto, uma criptografia, uma charada corporal.

Nicole Blach disse...

Meu código...é oculto, simples e complexo,superficial e profundo, um pulso sem forma, que gera, cria e experimenta possibilidades, algo que não se sabe ainda, que está por vir,que testa sair, mas se recusa definir...